domingo, 4 de agosto de 2013

Tinha mais cerveja no chão do que caberia em qualquer copo. corpo. Toda alma isenta de cais caos que vinde até nós, e a mesa ficou vazia. Ok, tiramos a mesa, criamos diques. De corpos humanos. Nos contemos, contenção, com tensão. Sem tesão. Na estrada um caminhoneiro recebe informes de que a neblina está densa e a pista molhada de geada, mais a frente, e que ele deve tomar cuidado nas curvas. Antes de pedirem seu nome, identidade, e te darem o cartão consumação da casa ninguém te informa. A paz interior, a paz litoral, a paz da serra - montani semper liberi. Montani semper liberi. Montani semper liberi. Tinha mais cerveja na sua cara e em seu cabelo do que no copo. Montani semper liberi. A saída é logo ali. Montani semper liberi. Débito ou crédito? Montani semper liberi. A porta. Montani semper liberi. A rua. Montani semper liberi. Tira a blusa molhada ali mesmo, bota essa jaqueta, tira esse sapato.

Libertas ainda que sera tamem.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu blah blah blah aqui: