sábado, 21 de julho de 2012


É vida, vai ser assim. você me passa uma rasteira, eu levanto e caminho de novo até levar outra rasteira. caminho como quem está só passeando, desses passeios onde a gente para pra ver flor ali, ver bichinho aqui, cheirar o pinho da árvore acolá. desses que você não vai saber o próximo passo. não vou marchar soldado, não tenho cabeça de papel. papel só aceita e eu sou caneta também. também. dos muitos que sou. tantos eus que já nem sei quais são meus ou se todos são meus. olha bem aqui, vida, nos meus olhos, tô te encarando, mulher! eu tenho folha-em-branco-o-amanhã e tenho canetas, canetinhas, lápis de cor e giz de cera. vou dormir agora, amanhã eu penso o que eu faço com você.. mas já aviso, não espere nada, porque não vai ser o que você espera

-e nem o que eu espero.

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