terça-feira, 26 de janeiro de 2010

E de Elefante branco na sala

e eu fiz de novo. e dessa vez não era só um garoto com boas notícias. novamente aquele cheiro fétido de coisas erradas me inundava. eu queria encobrir tudo aquilo, sair de fininho, à francesa, à italiana, à espanhola ou o que fosse necessário para continuar às ocultas; e agora o barulho dos pedaços se espalhando pelo chão já alarmava a todos. e de novo eu tirei de mim toda a culpa. é só a minha consciência que não aceita isso.

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